Digamos que o filme de história tem pouco e quando se dá tanto dinheiro a um produtor de cinema com a sede de destruição de uma criança que brinca com LEGO, pode-se ver a maior diversidade de edifícios a serem destruídos ou engolidos por gigantes nuvens de fumo, causadas por erupções vulcânicas de dimensões nunca antes vistas.
Não me apetece falar muito especificamente sobre o que causa as catástrofes que assolam o planeta Terra durante esta longa-metragem, mas considerem apenas que o Sol aquece o nosso planeta de tal forma que este começa a perder a crosta, gerando um conjunto de eventos cataclísmicos, incluindo terramotos e tsunamis capazes de engolir cidades inteiras.
O que é que se decide fazer para sobreviver? Construir arcas extremamente grandes e poderosas para proteger uma parte da população mundial, que servirá para mais tarde repovoar a Terra. Muito ao estilo da mítica história da Arca de Noé, mas com “barcos” bastante hi-tech, projectados pelos EUA, China e Rússia e construídos em 3 anos… O que eu acho completamente impossível, mesmo não envolvendo os habituais atrasos dos engenheiros e arquitectos portugueses. Aliado a isto, passam-se uma data de cenas típicas de Hollywood, envolvendo aviões e automóveis, que me eram demasiado familiares de outros filmes.
Mas atenção que o filme tem coisas boas! O elenco é excelente, os efeitos especiais são abismais e o intervalo tem muito sentido de humor:
Dado que o filme tem a duração de 2 horas e 38 minutos, esta legenda que (não saiu de cena quando devia) ficou a fazer companhia ao público até começar a segunda parte, está perfeitamente adequada. Depois de uma hora e meia repleta de acção praticamente imparável e com efeitos especiais que enchem os olhos a qualquer pessoa, uma paragem para respirar fundo e ir à casa de banho é o presente ideal.
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Não gostava nada de praticar desporto com aquela paisagem de fundo.
É assim para o desconfortável.
(Fotografia roubada sem qualquer tipo de escrúpulos daqui: WSJ)
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This made me laugh until I cried!
Conan O’Brien is the best comedian in the world!
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It’s cold and raining outside. I’ve got a lot of work to do.
How about a nice song and an awesome video to keep the good mood?
Não se esqueçam!
Não se esqueçam!Não se esqueçam!
Hoje, às 15h, jogam-se os 39 minutos e 10 segundos que faltam do Portimonense x AAC/OAF, que ontem foi interrompido por uma falha de electricidade no Estádio de Portimão, causada por um rato.
Sim, por um rato.
Segundo Fernando Rocha, presidente do Portimonense, um rato terá entrado num posto de transformação e transformou a luz em escuridão, adiando a conclusão da partida para quinta-feira
Vou tentar acompanhar na RUC, desejar que a Briosa ganhe e que, noutra partida, o André Villas Boas não troque o melhor clube do Mundo para o Sporting.
Seria de muito mau gosto, da parte dele.
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Não sei se conhecem a história do rapaz do balão, mas basicamente foi um caso que chocou os Estados Unidos (where else ?) por uns pais não saberem do filho de 6 anos e acharem que estava num balão artesanal:
Falcon Heene estava escondido em casa quando se pensou que estivesse a voar à deriva. “Vocês disseram que era para um programa”, disse à família.
Um balão caseiro à deriva pelos céus do Colorado, um rapaz de 8 anos a dizer que o irmão de 6 anos está no seu interior, a incógnita de encontrar o balão vazio, horas à procura de um corpo e a descoberta de que o menino esteve sempre a salvo, escondido num caixote no sótão de casa. Foram estes os ingredientes do drama que manteve os norte-americanos colados à televisão, na quinta-feira à noite. Mas afinal, tudo pode não ter passado de um golpe mediático.
Mas isto parou aquele país. Falou-se disto em dezenas de programas, toda a gente queria saber do parvo miúdo e tentou ajudar no que fosse possível.
O que choca é que não apresentam tanta disponibilidade para ajudar quem mais necessita. Com um relatório das Nações Unidas a indicar que um bilião (1,000,000,000) de pessoas passa fome (e não é a fome de quem almoçou mal, é a fome de quem não come nada há dias ou semanas), como é que conseguirão chamar a atenção de países mais ricos, mais poderosos?
Tenho de ler uns textos extremamente aborrecidos sobre uma tecnologia que tenho de aprender as soon as possible mas para o conseguir, tenho de usar uma aplicação que me bloqueie o acesso a redes sociais, jogos, vídeos, enfim, que me ajude a concentrar.
Também poderia usar este wallpaper mas não seria suficiente, o que infelizmente prova que não tenho a capacidade (adulta) de conseguir ler um texto sem ir ao Twitter, ao Facebook ou ao próprio Youtube, de tempos a tempos. É tão triste.
No entanto, perdi tempo para vir aqui escrever este texto. É bem, miúdo.
2012
20122012
Quero tanto, mas tanto, ir ver este filme ao cinema. A ideia é que o mundo acaba em 2012, tal como o calendário dos Maias prevê. Com um elenco de luxo e um realizador (e produtor) com uma pancada por filmes em que cidades são invadidas por caos e destruição (foi ele o responsável por Godzilla e The Day After Tomorrow), esta obra da 7ª arte promete bastante!
Só espero é que os Maias não tenham razão.
Adenda:
Na verdade, segundo o que me disseram, o mundo não acaba em 2012. O que se prevê é todo um conjunto de catástrofes planetárias brutais… O que é ligeiramente menos mau.
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A Rua Sésamo faz 40 anos hoje.
Era a minha série preferida quando era miúdo (e eu tenho pouco mais de metade da sua idade) e via-a todos os dias. Coleccionava livros e cassetes e mais um conjunto de coisas sobre ela que, infelizmente, hoje não sei onde param.